segunda-feira, 26 de junho de 2017

Manias

Não é para estar com merdas, mas isto de reputarem como grande obra um livrito onde um Imperador romano fala como um filósofo francês de 1950 no divã do psicanalista (ou seja, uma porqueira urbana) faz-me um bocado de confusão.

Mas de Literatura percebo pouco. Agora tenho de ir ali e já venho.

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