segunda-feira, 17 de julho de 2017

Summertime

Agora, com licença, que vou ali ver uma pirralha que mais parece uma boneca animada - os genes maternos mergulharam nas fontes de Castália, é a minha tese - e me deixa, inexplicavelmente, numa felicidade que não pertence a este mundo. Pelo menos, até crescer e se dedicar à prostituição nos quarteirões turcos de Viena. Quem sai aos seus, exacto.

Regressamos à nossa erudita actividade daqui a precisamente dois meses, data do meu trigésimo segundo aniversário, momento sempre de pompa, exuberância, agitação e contentamento dos povos e dos deuses que governam os destinos da terra.

(Confesso que estou surpreendido com a quantidade de leitores que as estatísticas indicam, particularmente o número dos que chegam as mensagens mais longas e ensaísticas - fracas e chatas - assim como às primeiras e breves lições de grego postadas nos arquivos. Fico contente por ver que se continua a ler muito aqui a tradução do Monograma, e com esperança de que ela os leve a outros poemas, a outros autores gregos contemporâneos. Há muita coisa lá que vale a pena ler. Também na Hungria, na Roménia e na Sérvia se encontra ainda literatura digna do nome. Bom, na verdade, mantenho isto para 3 ou 4 pessoas, dependendo da minha mãe vir cá ou não, malditos telemóveis. E é para essas que continuarei a manter. Ao resto, agradeço)

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